1 de junho de 2010

Homem quiasmo

Que asma mais chata!
Que arma sutil...
Prosta-te a leveza de tuas palavras
Põe tuas falácias de boca pra fora
Pra dentro de si
E leva!

Leva tua alma, tua sede, teus falsos carinhos
Que mais parece sono regado,
Quimeras de passado
Um completo abestalhado
Conclue o seu ser

Híbrido e ilógico, defende-se com frases sem sentido algum
E vê. Chora. Ouve. Refaz.
Mil outros verbos,
Mas não traz
A alma do lar que abandonou
Ou ela te defenestrou

Agora só resta poeira... e asma!
Uma rua cheia de falsos elogios,
Essa gente repetente parece que não mente
Finge que sou que nem eles
Não sou! Sou eu só

Um homem de devaneios, paraíso
Inferno seria não pensar

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