6 de maio de 2011

lembrete

Lembre tu de novo, tudo de novo
O fim ama, cargo da solidão que vedes tu de novo
que o amargo cega a hora e clama pedindo socorro

Lembrai-vos, ó pai! De perdoai-vos, culpai-vos, pois somente tu sabes
que se perdes no abismo dos culpados
E o que encontras lá é o eco dos que não falam
A frequência dos que não sentem
A risada dos que só choram


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