solavanco
na indeferida corela me arrodeia aos prantos e em sólida maçã, garante:não há solidez na ferrenha face
fisgada pelo cansaço
bem decidida face:
rosto escuro na penumbra dos olhares
quando tu fores e voltares
me traga um chá de hortelã
com a água fervida nos indecisos
e imprecisos raios solares desta eterna manhã
acordei num solavanco, prostrei-me de prontidão
não há solidão da face fugaz
nunca, jamais
plenitude e delicadeza
um misto de pluripartidarismo
com o branco bordado dos orixás
é branca
e bordada pele
na face oculta desta moça
e deste rapaz
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