que rebolam no mato o tempo necessário à matéria relevante
sou a plebe indiferente de minha singela e traiçoeira cama
furtivo como saci de perna mecânica
sou a própria solidão mecanizada
em natureza realmente tântrica
a ruiva casta que permeia meu lamento
tem tanta lágrima dentro de si que tem preguiça de chorar
vai se minguando num oceano de reclames
minha pobre casta, branca realmente cor de neve
sem sal
minha pobre casta, branca realmente cor de neve
sem sequer sal
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