19 de março de 2015

turbulencia

C#m G#m A G#
C#m G#m A B

cada um tem que escolher se adaptar ou morrer
de tédio numa cama vazia
besta é quem não reconhece o poder da turbulência
de uma água fria

sou a mais espera cria de mamãe
disse-me um dia filha sente como uma moça
como sou obediente nesse mar de água eu tremo
das dez hora ao meio-dia

PONTE
C#m D#m E

eu não vou sair tão cedo
não sinto culpa, que pena

REFRÃO
A C#m F#m F# A C#m F#
A C#m D C#m A C#m B
sobre a superfície tem só minha cara
habitual
mas debaixo dágua, vê-se o meu desejo
de ser real

como um pato padecendo num lago sujo de latas
de cervejas populares
eu esqueço dos presentes e me apago ao toque tático
e frenético dos mares

assim, recontorcida e murcha sou uma ativa
estrela suja como me disseram um dia
sou feita assim de orgulho próprio
um patinho feio no palco de uma casa de show vazia



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