11 de janeiro de 2011

F#m Bm C#7

Vem pra cá, sente aqui
não vá para o inferno que eu descobri
Não me fale o incerto, pois a reação
que vem é pior

Tua malcriação já está na degola de meu coração
vem logo, me esfola que tua esmola
não é meu perdão

A tua mão tão suada de tanta carência
já assassinada, pede clemência e volta atrás
pro meu corpo então

E SAI DAQUI com esse quadro de você pintada
um retrato da minha inocência que eu construí
E SAI DAQUI com esse papo furado de bala
um recado da minha agressão por não te traí,

Deixa cair chuva ácida
que eu não importo com
tua cara plácida
Nem me vanglorio por tê-la aqui
tão perto de mim

Eu sinto pena do otário
que não foi contrário a tua
imbecilidade de tanto querer
voar


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