3 de dezembro de 2012

imaimaimaima

Imagina um taberneiro
Distante de seu balcão
Imagina o fim da televisão
Imagina o som do boeiro
Caindo na palma da mão
Da sorte de um milagreiro

Imagina uma nova toada
Com flores que você gostou
Cheiros que nunca sentiu
Cores que nunca lembrou
Agora imagina uma moda
Que não me parece falhar
Depois imagina e me acorda
Mas não me pede pra levantar

Imagina uma saúde
Saudável se fez saudade
Nós dois caindo num açude
Debaixo da água eu pude
Te ver como se de verdade

Imagina um Planeta Terra
Que você daria seu nome
Você regaria sua fé
E mataria sua fome
Num rio cheio de café

Imagina agora a verdade
E imagina também uma mão
Agora imagina ela só
Não serve de nada então

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