11 de dezembro de 2010

Le fromveur

À vista estreita, quando a lágrima desce
Vem sob alta pressão, como quando escurece
E a maré sobe, sorrindo. Diverge do teu lacrimejo
Que desce, quase fingindo. Pensando que eu não te vejo

Recua, como se sob o sol, a chuva tardasse a vir!
Se engana, pois aqui, qualquer coisa pode cair
Então traz tua touca, uma toalha e um lençol
E deixa comigo, o sorriso, o abrigo, a cama e o farol

Me lembra àquela aventura que te propus
Quando o sol baixava, a chuva engrossava,
Teu olho chorava, minha mente torcia
Que no sol do meio-dia,
Se houvesse uma cama vazia
Nosso lar eterno eu faria
Nosso café da manhã de estilhaço
Nossa eterna alvorada, sem uma ciência exata
Vivendo como piratas
Que o céu não pode perder
Pois este não perde ninguém
E eu - de novo -
Nunca me perco de voc~e



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